domingo, 17 de agosto de 2014
Os Camaleões na Política
Tem coisas que é difícil de engolir (de entender ou aceitar), pois superam o cúmulo da hipocrisia! Como é possível um grupos (partidos políticos) que historicamente defendem o Neoliberalismo, um estado mínimo, uma oligarquia absoluta em detrimento dos interesses sociais democráticos a ponto de perseguir e oprimir lideres comunitários, boicotar, manipular midiaticamente e até cobrar propina (corrupção) para aprovar projetos de interesse das classes populares.E no momento seguinte, como num passe de mágica, se intitularem Democráticos e fervorosos defensores do povo (e ao que parece há quem acredite, pois lhes atribuem votos, vão em manifestações idealizadas por esses, etc...), mas isso não é tudo!
Como camaleões mudam as siglas de seus partidos quando esses já estão desgastados e se transformam conforme conveniência, negociam cargos e vendem a revelia dos princípios a democracia e não oportuno do dia para a noite além de tornar-se democráticos agora são também Socialistas (o que achou?)Muito embora repudiem os pobres e seus lideres, mas agorá estão ao lado de nossos Lideres Sociais dando a entender ou forçando o entendimento de que não há diferenças e, portanto; tanto faz! Revelando um total desrespeito aos partidos e lideres políticos que sempre lutaram, foram perseguidos e deram suas vidas pela Social Democracia,pela garantia de direitos, pelo respeito aos trabalhadores, pela responsabilidade ás políticas públicas e sociais, por um estado democrático forte e justo. Da para acreditar que é tudo a mesma coisa? O certo é que tudo isso é também responsabilidade nossa (minha e sua) podemos nós (a sociedade) fazermos a reforma política, usando o voto como resposta as ações e atitudes. Contudo estamos sistematicamente atribuindo votos e dando credibilidade a esse tipo de comédia que foi revelado na câmara de deputados nos últimos tempos e que retrata nada mais que o reflexão de nossas atitudes; que não condiz com a grande responsabilidade de escolher nossos representantes e de manter nossa democracia forte e objetiva...
João Carlos Martins.
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