Para auxiliar na compreensão e visualização da redução das desigualdades no
Brasil, principalmente nos últimos 10 anos, compilamos alguns dados que
demonstram essa mudança em curso no país.
Ainda existe um longo percurso para que a pobreza, a desigualdade social e a concentração de renda deixem de ser marcantes em nossa sociedade. No entanto, negar que mudanças ocorreram (e ocorrem) em nosso país é falsear a realidade.
A redução da pobreza em nosso país, que tinha 35% da população em 1992 em condição de pobreza e que neste momento caminha para patamares inferiores a 10%, uma redução projetada de 70% na pobreza extrema em nosso país.
As políticas sociais, associadas a valorização do salário mínimo e a criação de novos postos de trabalho foram decisivos para que esta redução da pobreza se efetivasse no Brasil.
Ainda existe um longo percurso para que a pobreza, a desigualdade social e a concentração de renda deixem de ser marcantes em nossa sociedade. No entanto, negar que mudanças ocorreram (e ocorrem) em nosso país é falsear a realidade.
A redução da pobreza em nosso país, que tinha 35% da população em 1992 em condição de pobreza e que neste momento caminha para patamares inferiores a 10%, uma redução projetada de 70% na pobreza extrema em nosso país.
As políticas sociais, associadas a valorização do salário mínimo e a criação de novos postos de trabalho foram decisivos para que esta redução da pobreza se efetivasse no Brasil.
A formalização do trabalho, além de assegurar garantias trabalhistas, também é
fundamental para assegurar melhorias no rendimento do trabalhador. O que
colabora para reduzir, gradualmente, a concentração de renda no país.
Para efeitos comparativos, os gráficos abaixo exemplificam bem a mudança que ocorreu comparada a década anterior, com relação a concentração de renda.
Entre 1991 e 2000, a renda dos 10% mais ricos cresceu 1,6%. No mesmo período, a renda dos 20%mais pobres caiu 4,2%. Foi um período de concentração da renda
Entre 2000 e 2010, a renda dos dos 10% mais ricos foi reduzida em 5,8%. No mesmo período, a renda dos 20% mais pobres aumentou 31%! Foi um período de distribuição de renda.
A redução da desigualdade também deve ser observada a partir da elevação da qualidade de vida da população, o IDH nos fornece importantes dados neste sentido.
A evolução do IDH dos municípios brasileiros
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil cresceu 47,5% entre 1991 e 2010, segundo o "Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013" lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
A classificação do IDHM geral do Brasil mudou de "muito baixo" (0,493), em 1991 para "alto desenvolvimento humano" (0,727), em 2010. Em 2000, o IDHM geral do Brasil era 0,612, considerado "médio".
O IDHM é um índice composto por três indicadores de desenvolvimento humano: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda).
Fonte: PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento)
Para efeitos comparativos, os gráficos abaixo exemplificam bem a mudança que ocorreu comparada a década anterior, com relação a concentração de renda.
Entre 1991 e 2000, a renda dos 10% mais ricos cresceu 1,6%. No mesmo período, a renda dos 20%mais pobres caiu 4,2%. Foi um período de concentração da renda
Entre 2000 e 2010, a renda dos dos 10% mais ricos foi reduzida em 5,8%. No mesmo período, a renda dos 20% mais pobres aumentou 31%! Foi um período de distribuição de renda.
A redução da desigualdade também deve ser observada a partir da elevação da qualidade de vida da população, o IDH nos fornece importantes dados neste sentido.
A evolução do IDH dos municípios brasileiros
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil cresceu 47,5% entre 1991 e 2010, segundo o "Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013" lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
A classificação do IDHM geral do Brasil mudou de "muito baixo" (0,493), em 1991 para "alto desenvolvimento humano" (0,727), em 2010. Em 2000, o IDHM geral do Brasil era 0,612, considerado "médio".
O IDHM é um índice composto por três indicadores de desenvolvimento humano: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda).
Fonte: PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento)
O Brasil
atingiu em 2012 o menor nível de desigualdade desde 1960, apesar da crise na
Europa, De acordo com a pesquisa "De volta ao País do Futuro" do
Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (CPS/FGV), o índice de
Gini - que varia de 0 a 1, sendo menos desigual mais próximo de zero -, caiu
2,1% de janeiro de 2011 a janeiro de 2012, chegando a 0,5190.
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A
projeção da FGV é que a desigualdade continue se reduzindo ano País, levando o
índice a 0,51407 em 2014. "A má notícia é que ainda somos muito desiguais
e estamos entre os 12 países mais desiguais do mundo. Mas a queda de 2001 para
cá é espetacular e deve continuar", afirmou Marcelo Neri, coordenador da
pesquisa.
A FGV
mostra que a renda familiar per capita média do brasileiro cresceu 2,7% nos 12
meses encerrados em janeiro. É o mesmo crescimento registrado de 2002 a 2008,
período considerado uma era de ouro mundial, e superior ao 0% de 2009, em
função da crise financeira daquele ano.
A pobreza
no País também caiu entre janeiro do ano passado e janeiro deste ano: -7,9%, ritmo
três vezes mais rápido do que da meta do milênio da ONU. Isso depois de uma
redução de 11,7% na pobreza de maio de 2010 a maio de 2011, quando o Brasil
crescia mais.
Segundo
Neri, a redução da desigualdade foi fundamental para este resultado na pobreza.
Ele cita que na última década a renda dos 50% mais pobres do Brasil cresceu
68%, enquanto a dos 10% mais ricos cresceu apenas 10%.
A
taxa de desemprego no Brasil recuou novamente e ficou em 4,9% em abril,
segundo a Pesquisa Mensal de Emprego
do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira
(22/05/2014).
Pelo
levantamento, essa foi à menor taxa registrada desde janeiro, quando o índice
foi de 4,8%. Esse também é o menor índice 12 anos para meses de abril.
Conforme
o instituto, também houve recuo de 17% no número total de
pessoas desocupadas em relação ao mesmo período do passado.
A
população ocupada se manteve estável, em relação a março de 2014 e na
comparação com abril de 2013, na casa dos 22,9 milhões de pessoas.
Não
houve variação no número de trabalhadores com carteira assinada no setor
privado (11,7 milhões) frente a março. Na comparação com o mesmo mês do ano
passado, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado subiu
2,2%.
A
pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte,
Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) mostra que o Brasil obteve avanços na área de habitação.
Entre 2005 e 2009 o percentual de municípios com conselhos municipais de habitação passou de 17% para 42%. Com isso, a parcela que contava com fundos municipais de habitação passou de 15% para cerca de 43% dos municípios brasileiros.
A existência de fundos e conselhos é uma das exigências para que os municípios possam aderir ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social e ter acesso aos recursos do Fundo Nacional de Habitação. O Brasil é o país que acumula maior redução da taxa de desemprego desde 2008, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre os 42 países que já divulgaram os números de 2012 referentes ao mercado de trabalho.
Entre 2005 e 2009 o percentual de municípios com conselhos municipais de habitação passou de 17% para 42%. Com isso, a parcela que contava com fundos municipais de habitação passou de 15% para cerca de 43% dos municípios brasileiros.
A existência de fundos e conselhos é uma das exigências para que os municípios possam aderir ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social e ter acesso aos recursos do Fundo Nacional de Habitação. O Brasil é o país que acumula maior redução da taxa de desemprego desde 2008, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre os 42 países que já divulgaram os números de 2012 referentes ao mercado de trabalho.
No ano
em que estourou a crise financeira internacional, 7,9% da população ativa
brasileira estava sem emprego; em 2012, essa proporção passou para 5,5%, o que
representa uma queda de 30% na taxa.
Os
números do FMI se referem à média de cada ano e vão só até 2012. No entanto,
dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que a
tendência de queda do desemprego se manteve no início de 2013, apontando amenor taxa para meses de março
desde 2002.
Ranking
A
Alemanha, no ranking do FMI, aparece em segundo lugar, com uma diminuição muito próxima da
brasileira, de 7,6% para 5,5%. O terceiro país da lista é a Bolívia, onde o
indicador foi de 6,9% para 5,5%.
A taxa só caiu em 15 dos 42 países
analisados. Em Portugal, na Bulgária e na Espanha, o indicador de desemprego
mais do que dobrou no período. Na Grécia, mais que triplicou (veja tabela
abaixo).
Os
Estados Unidos e a Índia são os dois únicos países, entre as maiores economias, que não estão na lista do FMI,
por não terem o dado fechado do desemprego médio em 2012.
Mas
para os EUA, o FMI tem uma projeção, de que a taxa atingiu 8,1% no ano passado, contra 5,8% em 2012. Já a Índia não conta com os
dados oficiais nem com previsões.
Turismo
tem 2,9 milhões de trabalhadores formais. No Brasil, setor cresce acima da
media mundial
14/03/2014 - 11:45
O crescimento representa 60 milhões de brasileiros
em 197 milhões de viagens pelo Brasil
O turismo brasileiro está em ascensão. Pesquisa do
Ministério do Turismo mostra que, em 2012, o setor cresceu 6%, dois pontos
percentuais acima da média mundial anual. O crescimento representa 60 milhões
de brasileiros em 197 milhões de viagens pelo Brasil.
Os investimentos em infraestrutura, como reformas
de aeroportos, recapeamento de rodovias, sinalização turística, acessibilidade
a pessoas com deficiência e mão-de-obra especializada são alguns dos insumos
que contribuem para o crescimento do setor, que emprega atualmente 2,9 milhões
de trabalhadores formais e gera renda anual de R$ 103 bilhões.
A expectativa é que, neste ano, somente durante a
Copa do Mundo, três milhões de brasileiros devam viajar pelo Brasil,
impulsionando ainda mais o turismo doméstico, que já responde por
aproximadamente 85% da receita do setor no país.
O crescimento do turismo também tem permitindo que
pessoas que nunca viajaram se aventurem pelo país, como mostra o último vídeo
da série Turismo em Cena.
Curtas
O Ministério do Turismo produziu uma série de nove
curtas sobre as principais ações da pasta. A campanha "Turismo em
Cena" destacou os programas de formação e qualificação profissional,
investimentos em cidades históricas e turismo de negócios, além de avanços em
competitividade, infraestrutura turística e reforço aos parques nacionais.
As ações do MTur reforçam as metas previstas no
Plano Nacional de Turismo 2013-2016, que prevê o crescimento do turismo interno
e a chegada de estrangeiros, além de um acréscimo nos postos de trabalho no
setor, impulsionando a competitividade do turismo brasileiro.
Fonte: Ministério do
Turismo
Ministro Alexandre Padilha
destaca que recursos melhorarão infraestrutura e serviços nas cidades-sede e
ficarão como legado para a população desses locais
Os
investimentos na área da saúde planejados especificamente para atender a
demanda dos grandes eventos de massa que o país irá receber nos próximos anos,
como a Copa do Mundo de 2014, deverão chegar a R$ 1,9 bilhão. O volume de
recursos considera o período de 2011 até 2014.
“São
investimentos na população brasileira, desenhados especificamente para atender
aos grande eventos mas que ficarão de legado para a população”, disse o
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, após palestra no Congresso Internacional
de Serviços em Saúde, em São Paulo, nesta quinta-feira (23.05).
Os
investimentos, segundo o ministro, serão nas cidades-sede. "Elas receberão
turistas e profissionais que trabalharão na organização e na cobertura dos
eventos. Os recursos melhorarão os serviços de saúde, por exemplo, ampliando as
unidades de Pronto-Atendimento e a modernização dos hospitais, beneficiando o
conjunto da população brasileira", destacou Padilha.
Fonte: Agência Brasil
Vinte
grandes investimentos que ficarão para a população após a Copa
23/05/2014 - 18:08
A 20 dias de a bola rolar para o Mundial de
2014, conheça alguns dos exemplos do plano de obras relacionadas à Copa em
áreas como mobilidade urbana, aeroportos, portos, segurança, telecomunicações,
turismo e instalações complementares
1. Aeroporto de Brasília
A construção do Píer Sul é um dos investimentos que ficarão para a população. São 20 mil metros quadrados que aumentam a capacidade do aeroporto de 16 para 21 milhões de passageiros por ano. Investimento: R$ 900 milhões da Inframérica (concessionária que administra o aeroporto).
A construção do Píer Sul é um dos investimentos que ficarão para a população. São 20 mil metros quadrados que aumentam a capacidade do aeroporto de 16 para 21 milhões de passageiros por ano. Investimento: R$ 900 milhões da Inframérica (concessionária que administra o aeroporto).
2. Terminal Marítimo do Porto de Recife
Essencial para receber os turistas que chegam ao Brasil via mar, o Terminal Marítimo do Porto de Recife tem uma área de 23,4 mil metros quadrados. O investimento total foi de R$ 28,1 milhões, sendo R$ 21,8 milhões de recursos federais.
Essencial para receber os turistas que chegam ao Brasil via mar, o Terminal Marítimo do Porto de Recife tem uma área de 23,4 mil metros quadrados. O investimento total foi de R$ 28,1 milhões, sendo R$ 21,8 milhões de recursos federais.
3. Aeroporto de Guarulhos em São Paulo
O terminal 3 de Guarulhos tem capacidade para receber até 12 milhões de passageiros por ano. Com a inauguração, o aeroporto se tornou o maior do hemisfério sul. O investimento desde que a concessionária assumiu o aeroporto é de R$ 3 bilhões.
O terminal 3 de Guarulhos tem capacidade para receber até 12 milhões de passageiros por ano. Com a inauguração, o aeroporto se tornou o maior do hemisfério sul. O investimento desde que a concessionária assumiu o aeroporto é de R$ 3 bilhões.
4. Centros de Comando e Controle
Os Centros de Comando e Controle são estruturas móveis de monitoramento que ficam como legado de segurança. Os investimentos de R$ 1,9 bilhão na área também qualificam profissionais em vários pontos do país para atuar nas áreas de inteligência e prevenção de situações de risco.
Os Centros de Comando e Controle são estruturas móveis de monitoramento que ficam como legado de segurança. Os investimentos de R$ 1,9 bilhão na área também qualificam profissionais em vários pontos do país para atuar nas áreas de inteligência e prevenção de situações de risco.
5. Estação Cosme e Damião, em Recife
Essencial para atender os moradores de São Lourenço da Mata, a estação Cosme e Damião faz parte dos investimentos em Recife para a Copa do Mundo. Foram investidos R$ 7,4 milhões do Governo Federal na obra.
Essencial para atender os moradores de São Lourenço da Mata, a estação Cosme e Damião faz parte dos investimentos em Recife para a Copa do Mundo. Foram investidos R$ 7,4 milhões do Governo Federal na obra.
6. Aeromovel de Porto Alegre
Com o aeromovel de Porto Alegre, o trajeto metrô-aeroporto, de 814 metros, é feito em dois minutos. O meio de transporte 100% nacional apresenta baixo custo de implantação e operação, reduzido impacto ambiental e é a primeira linha comercial da tecnologia no Brasil.
Com o aeromovel de Porto Alegre, o trajeto metrô-aeroporto, de 814 metros, é feito em dois minutos. O meio de transporte 100% nacional apresenta baixo custo de implantação e operação, reduzido impacto ambiental e é a primeira linha comercial da tecnologia no Brasil.
7. Infraestrutura turística
Foram 200 milhões de investimentos em infraestrutura turística. Apenas na Copa das Confederações, o setor movimentou R$ 740 milhões no país. A previsão para a Copa do Mundo é que 710 mil empregos sejam gerados na área.
Foram 200 milhões de investimentos em infraestrutura turística. Apenas na Copa das Confederações, o setor movimentou R$ 740 milhões no país. A previsão para a Copa do Mundo é que 710 mil empregos sejam gerados na área.
8. Aeroporto de Manaus
O Aeroporto Eduardo Gomes passou por remodelação e várias áreas já foram entregues. Após a conclusão, mais que duplicará de tamanho, passando de 39 mil m² para mais de 97 mil m². A capacidade operacional sairá de 6,4 milhões de passageiros por ano para 13,5 milhões. O investimento é de R$ 445 milhões na obra.
O Aeroporto Eduardo Gomes passou por remodelação e várias áreas já foram entregues. Após a conclusão, mais que duplicará de tamanho, passando de 39 mil m² para mais de 97 mil m². A capacidade operacional sairá de 6,4 milhões de passageiros por ano para 13,5 milhões. O investimento é de R$ 445 milhões na obra.
9. Transcarioca, no Rio de Janeiro
O corredor de ônibus vai ligar o Aeroporto do Galeão à Barra da Tijuca. Vários dos trechos já estão prontos. A previsão é de que a inauguração oficial ocorra em junho. Com 39 km de extensão, o corredor atravessa 14 bairros da cidade com 45 estações e deve atender 400 mil pessoas diariamente. O investimento é de R$ 802 milhões.
O corredor de ônibus vai ligar o Aeroporto do Galeão à Barra da Tijuca. Vários dos trechos já estão prontos. A previsão é de que a inauguração oficial ocorra em junho. Com 39 km de extensão, o corredor atravessa 14 bairros da cidade com 45 estações e deve atender 400 mil pessoas diariamente. O investimento é de R$ 802 milhões.
10. Aeroporto de Recife
O terminal ganhou uma reforma e está modernizado para receber os passageiros durante a pós a Copa. O terminal tem capacidade para receber mais de 16 milhões de passageiros por ano e registrou, no ano passado, 6,8 milhões de embarques e desembarques.
O terminal ganhou uma reforma e está modernizado para receber os passageiros durante a pós a Copa. O terminal tem capacidade para receber mais de 16 milhões de passageiros por ano e registrou, no ano passado, 6,8 milhões de embarques e desembarques.
11. Telecomunicações
São 400 milhões em investimentos para 12 projetos para expansão da rede metropolitana de fibra ótica e 46 de implantação de equipamentos e sistemas. Tudo isso é essencial para a implantação de banda larga em locais ainda não cobertos com a tecnologia.
São 400 milhões em investimentos para 12 projetos para expansão da rede metropolitana de fibra ótica e 46 de implantação de equipamentos e sistemas. Tudo isso é essencial para a implantação de banda larga em locais ainda não cobertos com a tecnologia.
12. Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro
Duas novas áreas no desembarque internacional (Terminal 2) e no doméstico (Terminal 1) estão em operação. Com investimento total de R$ 354,75 milhões, a reforma dos terminais amplia a capacidade do aeroporto de 17,4 milhões de passageiros por ano para 30,8 milhões.
Duas novas áreas no desembarque internacional (Terminal 2) e no doméstico (Terminal 1) estão em operação. Com investimento total de R$ 354,75 milhões, a reforma dos terminais amplia a capacidade do aeroporto de 17,4 milhões de passageiros por ano para 30,8 milhões.
13. Aeroporto de Natal
O Rio Grande do Norte ganhou um novo aeroporto no município de São Gonçalo do Amarante, região metropolitana de Natal. Um complexo de obras viárias que está em fase de finalização fará a ligação entre o terminal e a cidade.
O Rio Grande do Norte ganhou um novo aeroporto no município de São Gonçalo do Amarante, região metropolitana de Natal. Um complexo de obras viárias que está em fase de finalização fará a ligação entre o terminal e a cidade.
14. Pronatec Turismo
166 mil pessoas se inscreveram no Programa de Qualificação Profissional do Ministério do Turismo. O projeto oferece gratuitamente 54 cursos de idiomas e profissionalizantes ligados ao setor de turismo, como garçons, camareira, bartender, recepcionista de hotel, entre outros. Taxistas, agentes de turismo, policiais civis e militares, guardas municipais e corpo de bombeiros também estão sendo treinados para recepcionar os visitantes durante a Copa do Mundo.
166 mil pessoas se inscreveram no Programa de Qualificação Profissional do Ministério do Turismo. O projeto oferece gratuitamente 54 cursos de idiomas e profissionalizantes ligados ao setor de turismo, como garçons, camareira, bartender, recepcionista de hotel, entre outros. Taxistas, agentes de turismo, policiais civis e militares, guardas municipais e corpo de bombeiros também estão sendo treinados para recepcionar os visitantes durante a Copa do Mundo.
15. Passagem subterrânea do balão do aeroporto de Brasília
Com 700m de extensão, sendo 300m de área coberta, o túnel facilita o fluxo de automóveis na região, por onde trafegam cerca de 80 mil veículos por dia. Além do túnel, a DF-047 foi ampliada e ganhou duas vias marginais.
Com 700m de extensão, sendo 300m de área coberta, o túnel facilita o fluxo de automóveis na região, por onde trafegam cerca de 80 mil veículos por dia. Além do túnel, a DF-047 foi ampliada e ganhou duas vias marginais.
16. Porto de Mucuripe (Fortaleza)
Com capacidade para até 4,5 mil passageiros por turno, o projeto foi orçado em cerca de R$ 205 milhões e possibilitará que um navio da MSC atraque em Fortaleza com 3,7 mil mexicanos no dia 16 de junho. Os torcedores assistirão ao jogo entre Brasil e México no dia seguinte.
Com capacidade para até 4,5 mil passageiros por turno, o projeto foi orçado em cerca de R$ 205 milhões e possibilitará que um navio da MSC atraque em Fortaleza com 3,7 mil mexicanos no dia 16 de junho. Os torcedores assistirão ao jogo entre Brasil e México no dia seguinte.
17. BRT de Belo Horizonte
Dentro dos investimentos para mobilidade urbana está o BRT MOVE de Belo Horizonte, um novo sistema de transporte, já em operação nos principais corredores da cidade. No total, são 23 quilômetros de vias exclusivas.
Dentro dos investimentos para mobilidade urbana está o BRT MOVE de Belo Horizonte, um novo sistema de transporte, já em operação nos principais corredores da cidade. No total, são 23 quilômetros de vias exclusivas.
18. Obras da Passarela da Quinta da Boa Vista no Rio de
Janeiro
Com ou sem Copa, o Maracanã é patrimônio brasileiro. A área ao redor da arena foi transformada em um espaço para lazer e prática esportiva. Com investimento de R$ 109,5 milhões foram feitas obras de infraestrutura, como a construção de novas calçadas, ciclovia, acessibilidade, iluminação e paisagismo.
Com ou sem Copa, o Maracanã é patrimônio brasileiro. A área ao redor da arena foi transformada em um espaço para lazer e prática esportiva. Com investimento de R$ 109,5 milhões foram feitas obras de infraestrutura, como a construção de novas calçadas, ciclovia, acessibilidade, iluminação e paisagismo.
19. Intervenções viárias em Curitiba
A canaleta de ônibus biarticulados e as vias marginais já foram recapeadas e novos postes de iluminação estão instalados. As obras mais complexas da ponte sobre o canal paralelo ao Rio Iguaçu e o viaduto sobre a linha férrea foram concluídas.
A canaleta de ônibus biarticulados e as vias marginais já foram recapeadas e novos postes de iluminação estão instalados. As obras mais complexas da ponte sobre o canal paralelo ao Rio Iguaçu e o viaduto sobre a linha férrea foram concluídas.
20. VLT Cuiabá
No campo das obras, a principal intervenção urbana de Cuiabá, o VLT, está em fase de consolidação e ficará como legado para a população depois do Mundial. No último dia 8, chegou à cidade a oitava remessa de trens. Com isso, o número de composições (VLTs) no pátio de estacionamento chega a 29, o equivalente a 72,5% do total encomendado pelo Governo de Mato Grosso, que é de 40 veículos.
No campo das obras, a principal intervenção urbana de Cuiabá, o VLT, está em fase de consolidação e ficará como legado para a população depois do Mundial. No último dia 8, chegou à cidade a oitava remessa de trens. Com isso, o número de composições (VLTs) no pátio de estacionamento chega a 29, o equivalente a 72,5% do total encomendado pelo Governo de Mato Grosso, que é de 40 veículos.
Portal
da Copa
3/05/2014 - 18:08
Efetivos das Forças Armadas
e de segurança pública trabalharão de forma integrada. Investimentos são de R$
1,9 bilhão
Foto:
Danilo Borges/ Portal da Copa
"Nós temos absoluta
convicção que todo esforço estrutural será recompensado inclusive não só por um
desempenho histórico de eficiência na segurança pública na Copa do Mundo, mas
também por um legado que no país ficará" , afirma Cardozo.
Os
ministros da Defesa, Celso Amorim, e da Justiça, José Eduardo Cardozo,
detalharam, nesta sexta-feira (23.05), em coletiva de imprensa no Palácio do
Planalto, o plano operacional de segurança para a Copa do Mundo. Serão 157 mil
homens e mulheres das Forças Armadas e das forças de segurança pública em um trabalho
integrado por centros de comandos espalhados pelas
doze cidades-sede.
Os
dois ministros foram unânimes ao destacar como principal legado da preparação
para o mundial a integração entre as diversas forças de segurança do país. “Nós
temos absoluta convicção que todo esforço estrutural será recompensado
inclusive não só por um desempenho histórico de eficiência na segurança pública
na Copa do Mundo, mas também por um legado que no país ficará porque, pela
primeira vez, teremos a oportunidade de criar uma integração ampla”, afirmou
Cardozo.
O ministro
da Justiça também detalhou os equipamentos que estão sendo comprados e
repassados aos estados, como os centros de comando e controle regionais,
plataformas de observação elevada, imageador aéreo, desencarcerador, comandos
móveis, entre outros. “Cada cidade-sede da Copa do Mundo terá um centro de
comando e controle com equipamentos e sistemas com a mais moderna tecnologia
disponível no mundo para que tudo possa ser acompanhado de maneira que possamos
acompanhamento integral e em tempo real”, disse.
Celso
Amorim lembrou que o planejamento de segurança para Copa do Mundo vem desde o
momento em que o Brasil foi escolhido como sede do torneio, com observadores
militares em grandes eventos e também com a realização de outros eventos no
país, caso da Copa das Confederações e da conferência Rio +20. “Este preparo,
portanto, já vem de longe. Queria sublinhar que um dos fatos mais importantes
sobre a Copa é a total integração das Forças. Na realidade, hoje, nós temos uma
integração das forças ligadas à questão da segurança, queria sublinhar
este aspecto porque esse é um conceito-chave para que se entenda o que vamos
fazer”, detalhou.
Segundo o
ministro, são dez eixos de atuações das Forças Armadas, incluindo controle do
espaço aéreo, defesa marítima, cibernética e fiscalização de explosivos. Haverá
um comando nacional e outras 12 Coordenações de Defesa de Área. Serão
mobilizados 24 aviões supertucanos, dez caças F5, três aviões-radares, 11
helicópteros, além de 29 aeronaves de apoio, apoio de operação ou logistico.
Foto:
Danilo Borges
“Nossa visão é cuidar da
segurança da Copa, e isso ocorrerá de maneira tranquila. A presença das forças
armadas é de uma natureza dissuasória, e ter isso feito de tal modo que a
melhor batalha é aquela que não precisa ser travada”, diz Celso Amorim
Também farão parte da defesa
na Copa, quatro fragatas, uma corveta, 21 navios patrulhas, 12 navios de
desembarque e 183 lanchas. Sobre efetivo, serão 57 mil homens e mulheres,
incluindo 35 mil do Exército, 13 mil da Marinha e outros 9 mil da Força Área.
Na área de segurança pública serão, segundo Cardozo, outros 100 mil
profissionais, incluindo forças federais, estaduais e municipais.
Manifestações
Cardozo
afirmou que as forças de segurança estão preparadas para qualquer situação, e
lembrou que, durante a Copa das Confederações, mesmo com as manifestações em
junho de 2013, nenhum jogo foi afetado, sem atrasos ou incidentes graves. Ele
ainda afirmou que serão garantidas as manifestações democráticas que ocorram
sem abusos. Já Celso Amorim destacou que a a atuação das Forças Armadas na
segurança do evento não prejudica a imagem do país no exterior, que é de uma
democracia onde as pessoas podem se manifestar livremente. “Nossa visão é
cuidar da segurança da Copa, e isso ocorrerá de maneira tranquila. A presença
das forças armadas é de uma natureza dissuasória, e ter isso feito de tal modo
que a melhor batalha é aquela que não precisa ser travada”, conclui.
Experiência em grandes eventos
A larga
experiência do país em receber autoridades em grandes eventos foi destaca pelo
ministro da Defesa, caso da Rio +20, que contou com aproximadamente 100 de
chefes de Estado e de governo. “As Forças Armadas e de Segurança vão atuar nos
hotéis e etc. Do ponto de vista da chegada da autoridades, a Força Aérea vai
estar envolvida porque grande parte das chegadas, quando possível, ocorrerá em
bases aéreas com proteção total da FAB. E mesmo que a chegada seja em
aeroportos civis, a segurança estará assegurada em coordenação com as demais
forças de segurança pública”, completou.
Redução da criminalidade
Para os
ministros, os investimentos de R$ 1,9 bilhão na segurança da Copa do Mundo
terão impactos positivos também na diminuição da criminalidade. Cardozo afirmou
que a atuação das polícias irá melhorar com a integração, tanto no plano
preventivo quanto de execução penal. Outro ponto positivo será a compra dos
equipamentos. Celso Amorim destacou a atuação das Forças Armadas na operação
Ágata, com a apreensão de drogas, por exemplo.
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