quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O Estado de exceção!

O Estado de exceção!
É mesmo um  Estado de exceção! Um legislativo de arranjos e jeitinhos em detrimento dos interesses do povo! Ainda ontem, nada que pudesse diminuir lucros ou onerar um grupo poderia ser apresentado ou votado! Agora neste novo modelo tudo pode desde que o povo pague a conta! Isso mesmo! Pode mudar tudo, usurpar direitos congelar orçamentos e salários, desde que o deles seja mantido e se possível, ou melhor, certamente ampliado.
Estamos retornando não há dúvidas ao Estado de Recessão, policialesco, um Estado de exceção.
Neste modelo de estado o estudo, a formação acadêmica volta a ser privilégio de quem pode! Mas e a constituição? O ensino público, os serviços públicos etc. e tal? Há isso tudo permanece porem sem garantias, sem investimentos, sem prioridades, sucateado, sem qualidade, pois neste modelo e possível congelar investimentos em Educação, Saúde, Assistência Social por vinte anos! Na sequencia retorna o congelamento de salários e o fim de direitos como décimo terceiro etc. Há, mas isso não vem ao caso né?
Como consequência, os que no modelo anterior acessaram o estudo possivelmente terão de retornar, abandonar a faculdade, pois não poderão se manter. Há! Neste modelo é proibido “formar” para a cidadania, por isso é necessário restringir o acesso as disciplinar formadoras de opinião e civismo.
Neste modelo os pobres, trabalhadores não adquirem casa, carro, TV nova; ou planos de internet, não fazem faculdade etc. E o que adquiriu no passado terá que se desfazer agora, pois não poderá mantê-los. Neste modelo as ações tomadas no país fazem retornar o desemprego as muitas ofertas de trabalho como diarista, empregadas domestica e outros serviços. Aleluia! Até que enfim, né! Será possível pagar o menor preço! Uma simples lei do mercado. Copiou?
Neste modelo, teoricamente, alguns produtos como (gasolina, gás, frango etc.) estão baixando, tendo redução de preço. Há! Isso porque o Brasil esta melhor! Há! Estamos saindo da “crise”? Não! Nada disso. Essa nunca foi à questão! O fato é que neste modelo, gradativamente o consumo diminuiu na mesa e na vida do trabalhador! A garantia de pelo menos três refeições diárias ha trinta por cento da população deixa de existir! Gradativamente a Classe C retorna á Classe D - ou seja, sessenta por cento da população recua para que os dez por cento, classe dominante (aquela que tem maioria na câmara e no senado, aquela que financia a globo e outros meios de comunicação de massa) continuem lucrando e explorando ainda mais! E ditando o seu jeito de fazer politica, que não extingue a corrupção e ainda reforça, amplia a desigualdade.

Assim sendo, neste momento da história o Brasil segue a cartilha ditada pelos interesses de dez por cento da população! Mas porque permitimos isso? O que há de errado?